sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Fóssil de nova espécie de baleia

Uma descoberta essencial para conhecer a evolução das baleias


O fóssil do esqueleto de uma baleia encontrado no Peru está exposto no Japão há 17 anos foi identificado como uma nova espécie extinta de cetáceo do Mioceno tardio, período que abrange de 10 milhões até 5 milhões de anos atrás.

A curadora Naoko Miyagawa, do Museu da Terra, da Vida e do Mar da cidade japonesa de Gamagori, disse que "Trata-se de uma descoberta essencial para conhecer a evolução das baleias".

O fóssil, de oito metros de comprimento, é exposto permanentemente desde sua inauguração em 1999, inconsciente de seu valor.

Os restos correspondem a um exemplar de uma nova espécie da família dos balenoptéridos, conhecidos comumente como rorquais, que incluem os maiores animais da Terra e representam mais da metade da subordem dos cetáceos barbados (misticetos).

A espécie foi batizada com o nome de Incakujira anillodefuego, "com o desejo de que seja uma ligação entre Japão e Peru", disse a curadora.
O cetáceo, além de como nova espécie, foi reconhecido como um novo gênero, categoria situada entre a espécie e a família no sistema de classificação biológica.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O extinto tigre-da-tasmânia pode estar vivo assista o vídeo

Ativistas australianos afirmam que o viram em Adelaide, no Sul da Austrália

Apesar de o animal ter sido considerado extinto em 1936, sendo que o último tigre-da-tasmânia morreu em cativeiro há oitenta anos na Austrália, levando a espécie à extinção. Conhecido pelas listras nas costas e pela imensa mandíbula, o animal nativo da Ilha da Tasmânia não resistiu à caça predatória no início do século XX.
Porém, 80 anos depois, um vídeo voltou a alimentar as esperanças daqueles que acreditam que a espécie possa ter sobrevivido na natureza. As imagens que circulam na internet mostram um animal semelhante a uma raposa se escondendo perto de uma casa. O vídeo levou o Grupo de Conscientização sobre o Tilacino (nome que também é dado ao bicho), que fez o filme em um quintal da cidade australiana de Adelaide, a reconhecê-lo como um “autêntico” tigre-da-tasmânia.


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Descoberto o maior dinossauro do Brasil

Fóssil tem 25 metros de comprimento e foi encontrado no interior de SP

Pesquisadores de várias instituições do país anunciaram, no dia 05 de Outubro, a descoberta do que dizem ser o maior dinossauro já encontrado no Brasil, com 25 metros de comprimento. O fóssil que levou à conclusão foi encontrado em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O animal viveu no país há 70 milhões de anos, segundo os pesquisadores.
A descoberta, anunciada no Museu de Ciências da Terra, na Urca, Zona Sul do Rio, revela novas informações sobre as espécies que habitaram o território brasileiro. O Austroposeidon magnificus, como foi chamado, teve vértebras do pescoço e da coluna vertebral encontradas no local onde uma estrada estava sendo aberta.
Com base nas características anatômicas, o animal pode ser classificado no grupo dos titanossauros, que eram dinossauros herbívoros com um corpo bem desenvolvido, pescoço e cauda longa e um crânio relativamente pequeno. Habitaram o mundo principalmente durante o período cretáceo, nas áreas onde atualmente são a América do Sul, a África, a Antártida e a Oceania.
A descoberta do fóssil aconteceu na década de 50, pelo paleontólogo Llewellyn Ivor Price, que faleceu em 1980 e não chegou a ver sua descoberta reconhecida.  A demora no anúncio se deve ao tempo necessário para estudar o material.

Alex Kellner, paleontólogo do Museu Nacional (UFRJ), destaca que uma das principais causas da demora foi a falta de dinheiro e apoio à ciência no Brasil.
"Apenas quando tivemos que financiar uma pesquisa contínua é que pudemos fazer essa preparação. Também não é um material fácil de manusear. Por último, temos que lembrar que paleontologia não é só feita no Rio", explicou Kellner.
"A importância é mostrar que levando em consideração as descobertas da Argentina, em algum momento tivemos uma fauna em comum. Isso ajuda a definir quem foi para onde e como a área se desenvolveu até hoje", contou Kellner.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Fóssil de 305 milhões de anos pode ser ancestral mais próximo da aranha moderna

A descoberta do fóssil de 305 milhões de anos na França pode auxiliar pesquisadores a compreender como as aranhas evoluíram para o que são hoje.

A espécie, chamada Idmonarachne brasieri, não é exatamente uma aranha "real", como explicam os pesquisadores ao longo do estudo - na verdade, ela pode ser o aracnídeo ancestral mais próximo da aranha moderna. Para identificar como seria Idmonarachne, os pesquisadores utilizaram uma série de técnicas de escaneamento e construíram uma imagem em três dimensões da espécie. Foi assim que descobriram que, apesar de se parecer com uma aranha moderna, o aracnídeo de 305 milhões de anos não possuía o órgão responsável pelo controle da teia: característica que eles já haviam visto antes.

O estudo, publicado na última edição da revista Proceedings of the Royal Society B, revela que o fóssil descoberto preenche uma lacuna na evolução da espécie, e um dos pontos chave para o surgimento das aranhas modernas pode ter sido a habilidade de tecer teias.

O maior dinossauro com asas do mundo é encontrado na China

O 'Zhenyuanlong suni' viveu há 125 milhões de anos e era coberto por plumas coloridas.

Os fósseis do novo dinossauro foram encontrados durante uma expedição na parte ocidental da província de Liaoning, nordeste chinês, região rica em vestígios de dinossauros com penas. O estudo com a descrição completa da nova espécie foi publicado no periódico Scientific Reports.

Unicórnio siberiano pode ter vivido com humanos

Novos vestígios revelaram que a espécie foi extinta há 29.000 anos e não há 350.000 anos, como se acreditava

O Elasmotherium sibiricum, um animal conhecido como o "unicórnio siberiano" pode ter sido extinto milhares de anos mais tarde do que os cientistas acreditavam, abrindo a possibilidade de que ele tenha convivido com humanos. De acordo com um estudo publicado no periódico American Journal of Applied Science.
Espécie que, por apresentar um chifre pontudo no centro da testa, ganhou o apelido de "unicórnio", morreu há cerca de 29.000 anos na parte sudoeste da Sibéria - e não há 350.000 anos, como os cientistas acreditavam.

De acordo com os pesquisadores em um estudo do fóssil de um crânio do animal, encontrado no Cazaquistão, os vestígios estavam muito bem preservados e a datação por radiocarbono mostrou que eles pertenciam a um animal que morreu há menos de 30.000 anos. Isso significa que o animal pode ter dividido territórios com os humanos - em 2008 foi encontrado um fóssil de humano moderno de 45.000 anos na mesma região, antes, portanto, que o Elasmotherium tivesse sido extinto.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Encontrados no Piauí fósseis de 280 milhões

Fósseis são de anfíbios desconhecidos

Pela primeira vez esqueletos de animais desse período são descobertos em todo o hemisfério sul. “Em todo o hemisfério sul não se conhecia nenhuma fauna terrestre dessa idade” diz o professor Juan Cisneros, um dos responsáveis pela descoberta. Juan e sua equipe encontraram três espécies de anfíbios até então desconhecidas.
Essas três espécies de anfíbios viviam em um lago cristalino no lado piauiense da cordilheira que separava o Piauí do Texas, que há 280 milhões de anos o Piauí e o Texas não eram tão longe assim. Saiba os detalhes dessa incrível descoberta em GALILEU.

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