segunda-feira, 28 de maio de 2012

Cristais gigantes de Naica, no México

Cristais que chegam a 11 metros e pesam até 55 toneladas


A caverna foi descoberta, por acaso, há bem pouco tempo, no ano dois mil. Se formou há cerca de quinhentos mil anos. uma beleza sem igual. Cristais de tamanho monumental, por todos os lados. Parecem gelo. Mas são de gipsita, um tipo de mineral de cálcio.
o ambiente dentro da caverna é hostil, insuportável. podendo matar rapidamente. A temperatura é de 50 graus celsius. Todo esse calor vem de uma camada de rochas derretidas, muito quentes, que fica abaixo da caverna, é um risco muito grande para os exploradores. (Na foto, uma comparação dos minúsculos pesquisadores perto da grandeza dos cristais gigantes).
O tempo máximo que o corpo suporta dentro da caverna sem roupa especial é de 5 minutos, e 45 minutos com a roupa.
A caverna é estudada e explorada por corajosos, que mesmo em condições de perigo, procuram descobrir outros túneis, desbravar ainda mais, e também procuram por vestígio de vida, numa expedição em 2008, descobriu-se bactérias, diferentes das conhecidas na Terra, esses organismos, que sobrevivem em condições tão extremas, podem ajudar a entender o surgimento da vida na terra... e até em outros planetas, como marte.
A empresa responsável pela caverna interrompeu as visitas em 2010, para preservar os cristais gigantes, a maior curiosidade é que a empresa precisa drenar a água, o equivalente a mil litros por segundo, pra manter a caverna acessível, já que era submerça antes de ser descoberta.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Arqueólogos acham indício de que Belém existiu


Belém existia antes de Jesus nascer, e até agora só era citada no Velho Testamento, mas não havia evidência física. Segundo pesquisadores



Arqueólogos israelenses afirmaram nesta quarta-feira (23) que descobriram a primeira evidência física que suporta os relatos do Velho Testamento de que a cidade de Belém já existia séculos antes de se tornar venerada como a terra natal de Jesus Cristo.
A evidência encontrada é um selo de argila escavado perto dos muros da Cidade Velha de Jerusalém, com três linhas gravadas em hebraico antigo que incluem a palavra “Belém”.
Eli Shukron, que dirigiu a escavação feita pela Autoridade de Antiguidades de Israel, disse que o selo aparentemente foi colocado em um carregamento de prata ou produtos agrícolas, entregue por Belém como um tributo ao rei de Judá, nos arredores de Israel, entre os séculos 8 e 7 antes de Cristo.“A primeira vez que o nome Belém aparece fora da Bíblia é em uma inscrição do período do Primeiro Templo”, disse Shukron em nota, se referindo a um período que vai de 1006 a.C. até 586 a.C..
A relíquia do tamanho de uma moeda aponta que Belém – mencionada pela primeira vez no Livro de Gênesis – “era, de fato, uma cidade no Reino de Judá, e possivelmente mais antiga que isso”, ele afirmou.
Belém se localiza ao sul de Jerusalém, no atual território da Cisjordânia.
Matéria do G1 da Globo.

Nas fotos, Selo de argila cita Belém antes do nascimento de Cristo (Foto: Reuters/Baz Ratner)
O arqueólogo israelense Eli Shukron mostra o tamanho do selo encontrado (Foto: Reuters/Baz Ratner)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Esqueleto de dinossauro é vendido por US$1 mi em leilão

Tiranossauro foi leiloado por 1,05 milhão de dólares

Um esqueleto quase perfeito de um tiranossauro foi leiloado por 1,05 milhão de dólares no domingo em Nova York, mas a venda foi contestada pelo governo da Mongólia. O Tyrannosaurus bataar, pequeno primo asiático do temido Tyrannosaurus Rex, viveu há cerca de 80 milhões de anos e media 2,4 metros de altura e 7,3 de comprimento, segundo a casa de leilões Heritage Auctions.

O esqueleto foi descoberto no deserto de Gobi, que abrange o norte da China e sul da Mongólia. Greg Rohan, presidente da casa de leilões, disse não saber em qual país o esqueleto foi achado, mas que o material entrou legalmente nos EUA. A peça está 75% completa, e a cabeça está 80%, segundo David Herskowtiz, diretor do departamento de história natural da Heritage. Segundo ele, esqueletos expostos em museus raramente passam de 50% de autenticidade.

A conclusão do leilão será depois da tramitação de uma ação judicial movida na semana passada pelo governo mongol, que obteve uma liminar contra o leilão. O comprador não foi revelado, ele fez o lance por telefone.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Artrite em réptil pré-histórico é encontrado

Doença que atinge articulações foi descoberta por marcas na mandíbula de um Pliossauro, carnívoro marinho contemporâneo dos dinossauros


A artrite é uma doença que ataca as articulações. É uma inflamação das juntas que, nos humanos, é causada por um problema do sistema de defesa do próprio corpo, que ataca essa parte do corpo por engano.
Cientistas britânicos encontraram indícios de artrite em um réptil pré-histórico, que viveu na mesma época que os dinossauros. O pliossauro era um carnívoro marinho, que media cerca de 8 metros e tinha o corpo parecido ao de uma baleia, mas com quatro nadadeiras e uma cabeça que lembra a do crocodilo.
“Uma fratura na mandíbula indica que em algum momento a mandíbula se enfraqueceu e quebrou. Com a mandíbula quebrada, o pliossauro não seria capaz de se alimentar, e esse acidente final provavelmente levou à sua morte”, afirmou Judyth Sassoon, autora do estudo, em material divulgado pela Universidade de Bristol.
O pliossauro estudado era uma fêmea que morreu já idosa. Ela conseguiu sobreviver por vários anos, apesar da artrite, mas a indícios de que a doença tenha, no fim, provocado sua morte.

Na foto: Judyth Sassoon, autora do estudo, com o fóssil
estudado (Foto: Simon Powell/Universidade de
Bristol/Divulgação)

Fonte: Matéria do G1 da Globo em 16/05/2012.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Bilionário doa 35 milhões para museu de dinossauros


David Koch, bilionário americano, doa US$ 35 mi para Museu Nacional de História Natural dos EUA.
David Koch, famoso por seu apoio a causas conservadoras, anunciou na quinta-feira uma doação de 35 milhões de dólares para a reforma da ala dos dinossauros do Museu Nacional de História Natural dos EUA.

Essa é a maior doação individual já recebida pelo museu e centro de pesquisas de Washington em seus 112 anos de história, segundo o Instituto Smithsonian.

"Tenho um caso de amor com os dinossauros desde menino", disse Koch, no dia em que completou 72 anos, falando por telefone à Reuters de Nova York, onde vive. "Percebi que a exposição no Smithsonian estava muito desatualizada. Parte remonta a cem anos atrás, e precisávamos desesperadamente de uma reforma", disse Koch, que participa do conselho de direção do museu.

A atual exposição sobre dinossauros e paleontologia está praticamente igual há 30 anos, e a doação de Koch vai custear a maior parte da reforma planejada, num valor de 45 milhões de dólares, segundo Randall Kremer, porta-voz do museu.

"Isso não aconteceria se não fosse pelo presente do sr. Koch", disse Kremer. "Esse é simplesmente um grande dia para o museu e o país."

A nova ala irá exibir parte do acervo de 46 milhões de peças do museu, além de novas explicações sobre a evolução dos dinossauros e outras criaturas. O Conselho de Regentes do Smithsonian aceitou dar o nome de Koch à ala reformada, de 2.300 metros quadrados.

Matéria publicada em Notícia Terra

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Paleontólogos são presos no aeroporto de Juazeiro do Norte, no CE


Um austríaco naturalizado e um francês embarcavam para o Rio com fósseis.

Segundo o coordenador do Laboratório de Paleontologia da Urca, Álamo Feitosa, ''tudo parece ser um grande mal entendido”. De acordo com ele, quando os dois pesquisadores chegaram ao aeroporto com destino ao Rio, a Polícia Federal estava à espera para fazer um flagrante a partir de uma denúncia. “Eles [policiais] disseram que os pesquisadores estavam com um crânio de pterossauro. Não existe isso”, disse. O Sul do Ceará é um dos principais campos de estudo paleontológico.
Álamo Feitosa contou que recebeu uma ligação sobre a prisão na noite de quarta-feira. Mas quando chegou à delegacia com a documentação sobre a pesquisa e as autorizações da universidade, não foi atendido de imediato. “Demorou muito, quando o delegado me atendeu, disse que o flagrante já havia sido feito”, disse.
“Eu não estava com eles [pesquisadores], estava na escavação. Os documentos [autorizações] estavam comigo. Era para ter entregue para eles, foi engano meu. Admito isso”, conta Feitosa. Conforme o coordenador, o pesquisador francês foi convidado pela Urca com as despesas pagas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) apenas para colher amostras de algumas peças para que a Urca pudesse realizar exames.
“O francês levava apenas saquinhos de papel e tubos com poeira dentro”, contou Álamo. Segundo ele, a coleta já havia sido realizada por pesquisadores locais, mas não obtiveram sucesso por não saberem como colher as amostras. “Passei três anos esperando o francês para nos dar essa ajuda. O cara está todo legalizado e está preso?”, disse Feitosa.

Leia na integra no G1 da Globo

Fóssil de marsupial é encontrado na Austrália


Fóssil de marsupial com 15 milhões de anos é encontrado

Os pesquisadores da Universidade de New South Wales, na Austrália, descobriram o maior marsupial escalador de árvores do mundo em meio a fósseis encontrados no Estado de Queensland. O marsupial, do tamanho de uma ovelha e com cerca de 70 kg, seria relativo aos Wombats, mamífero marsupial endêmico da Austrália que está em perigo de extinção, e teria vivido em território australiano há 15 milhões de anos.

Karen Black, reconhecida pelo estudo, ganhando o prêmio Dorothy Hill 2012 por pesquisas em ciências da Terra, concedido pela Academia de Ciência da Austrália e a autora da pesquisa, focou seus estudos em uma caverna de 15 milhões de anos que contém esqueletos e ossadas do diprotodonte Nimbadon em seu interior. "Os fósseis do Nimbadon são um raro e significante recurso, não apenas por estarem excepcionalmente bem preservados, mas também por representarem indivíduos de uma era". "Este material nos permitiu fazer um estudo detalhado do desenvolvimento do esqueleto, do cérebro, e também o comportamento destes animais", comenta Black. A pesquisadora afirma que este seria o maior animal escalando árvores naquela época, na Austrália.
Fonte: Notícias Terra

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Dinossauros já estavam em declínio antes da extinção


População de herbívoros de grande porte já estava diminuindo.
Localização geográfica pode ter influenciado fenômeno, afirmam cientistas.

Segundo Steve Brusatte, da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, o estudo sugere que a população de algumas espécies de dinossauros estava em decadência devido a problemas ecológicos antes da extinção em massa – que causou a morte desses animais. Isto mostra que o “mundo dos dinossauros” não foi totalmente perdido de uma maneira violenta. Ele sugere que mudanças dramáticas ocorreram com esses animais a longo prazo, pelo menos na América do Norte.
Porém, existem desigualdades nesta queda de espécimes quando elas são comparadas em diferentes regiões do mundo. Segundo o estudo, embora ocorra redução na biodiversidade na América do Norte, houve registros de aumento na Ásia durante o último período do Cretáceo.
De acordo com os cientistas, a localização geográfica pode ter influenciado no “sucesso” biológico dos animais. Para o estudo, foram analisadas diferenças na evolução dos dinossauros de sete grupos de espécies “grandes”, a partir de esqueletos de 150 espécies diferentes.
Com isso, verificou-se que os grupos de hadrossauros e do ceratopsídeos –  dinossauros de grande porte e alimentação herbívora --, podem ter experimentado um declínio na população 12 milhões de anos antes da extinção.
O estudo foi realizado pelo Museu Americano de História Natural, dos Estados Unidos, publicada nesta terça-feira (1°) na revista “Nature Communications”.

Fonte inicial: G1 da Globo, imagem: Apolo11.com

Vestígios de sangue em múmia de 5 mil anos são encontrados


Células sanguíneas estavam em feridas de corpo encontrado nos Alpes

Ötzi, o nome dado a uma múmia encontrada em 1991 em uma geleira entre a Áustria e a Itália, nos Alpes, conseguiu preservar por 5 mil anos células vermelhas do sangue, de acordo com estudo divulgado nesta terça-feira (1º) pela publicação científica “Royal Society Journal”.
O corpo mumificado de um homem de Similaun ficou bem preservado pela geleira, o que preservou tecidos e elementos do sistema nervoso. Mas os primeiros estudos científicos não haviam conseguido detectar qualquer vestígio de sangue. Uma das hipóteses classificadas pelos cientistas, inclusive, foi a de que o sangue tinha se auto-destruído ao longo do tempo.
Porém, estudos recentes revelaram resíduos em algumas feridas. Com um microscópio de força atômica, que tem precisão nanométrica, amostras da mão direita de Ötzi foram analisadas, além de uma ferida na omoplata, causada por uma flecha.
Os pesquisadores encontraram três “corpúsculos” em forma de “disco côncavo”, formato típico das células vermelhas do sangue. Segundo o estudo, a morfologia da amostra não mostrou sinal de dano, degradação ou perturbação, indicando que as células vermelhas do sangue se preservaram por mais de 5 mil anos nos tecidos lesionados da múmia. Fonte: G1 da Globo

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