quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Múmias apareceram no Egito mil anos antes do que se pensava

Pesquisadores descobriram uso de resinas e linho entre 3.350 e 4.500 a.C.

A mais remota evidência da mumificação no Egito sugere que a prática de embalar corpos para preservá-los depois da morte começou por volta de mil anos antes do que se pensava, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira (13).
O estudo, publicado no periódico PLOS ONE, foi o primeiro a descrever resinas e linhos usados como envoltórios funerários de 3.350 a 4.500 a.C.
Há muito tempo, historiadores acreditavam que a prática egípcia de mumificação tinha começado por volta de 2.500 a.C.
Mas, ao aplicar análises científicas modernas a coleções egípcias que já estavam em museus britânicos, eles descobriram que, já nesta época, as pessoas usavam materiais similares de preservação nas mesmas proporções das encontradas em múmias posteriores.
"Este trabalho demonstra o enorme potencial do material em coleções de museus que permite a cientistas analisar novas informações sobre o passado arqueológico", disse o co-autor do estudo, Thomas Higham, da Universidade de Oxford. Leia mais no G1

sábado, 2 de agosto de 2014

Fóssil de 90 milhões de anos é encontrado em Minas Gerais

O crânio tem cerca de 45 centímetros

Pesquisadores de Minas Gerais anunciaram nesta sexta-feira a descoberta de um fóssil que possivelmente pertence a uma espécie desconhecida de crocodilo que viveu há 90 milhões de anos.
O trabalho foi feito nos sítios paleontológicos de Três Antas e Seis Irmãos, na região de Iturama e Campina Verde, por geólogos, paleontólogos e técnicos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Entre as descobertas, estão a de dois crocodilos e uma ninhada com quatro ovos. O principal achado é um crânio praticamente completo de 45 centímetros, além de vários elementos ósseos — como cauda e perna — de uma espécie ainda não documentada de crocodilo.

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