quinta-feira, 31 de março de 2016

Fóssil de 305 milhões de anos pode ser ancestral mais próximo da aranha moderna

A descoberta do fóssil de 305 milhões de anos na França pode auxiliar pesquisadores a compreender como as aranhas evoluíram para o que são hoje.

A espécie, chamada Idmonarachne brasieri, não é exatamente uma aranha "real", como explicam os pesquisadores ao longo do estudo - na verdade, ela pode ser o aracnídeo ancestral mais próximo da aranha moderna. Para identificar como seria Idmonarachne, os pesquisadores utilizaram uma série de técnicas de escaneamento e construíram uma imagem em três dimensões da espécie. Foi assim que descobriram que, apesar de se parecer com uma aranha moderna, o aracnídeo de 305 milhões de anos não possuía o órgão responsável pelo controle da teia: característica que eles já haviam visto antes.

O estudo, publicado na última edição da revista Proceedings of the Royal Society B, revela que o fóssil descoberto preenche uma lacuna na evolução da espécie, e um dos pontos chave para o surgimento das aranhas modernas pode ter sido a habilidade de tecer teias.

O maior dinossauro com asas do mundo é encontrado na China

O 'Zhenyuanlong suni' viveu há 125 milhões de anos e era coberto por plumas coloridas.

Os fósseis do novo dinossauro foram encontrados durante uma expedição na parte ocidental da província de Liaoning, nordeste chinês, região rica em vestígios de dinossauros com penas. O estudo com a descrição completa da nova espécie foi publicado no periódico Scientific Reports.

Unicórnio siberiano pode ter vivido com humanos

Novos vestígios revelaram que a espécie foi extinta há 29.000 anos e não há 350.000 anos, como se acreditava

O Elasmotherium sibiricum, um animal conhecido como o "unicórnio siberiano" pode ter sido extinto milhares de anos mais tarde do que os cientistas acreditavam, abrindo a possibilidade de que ele tenha convivido com humanos. De acordo com um estudo publicado no periódico American Journal of Applied Science.
Espécie que, por apresentar um chifre pontudo no centro da testa, ganhou o apelido de "unicórnio", morreu há cerca de 29.000 anos na parte sudoeste da Sibéria - e não há 350.000 anos, como os cientistas acreditavam.

De acordo com os pesquisadores em um estudo do fóssil de um crânio do animal, encontrado no Cazaquistão, os vestígios estavam muito bem preservados e a datação por radiocarbono mostrou que eles pertenciam a um animal que morreu há menos de 30.000 anos. Isso significa que o animal pode ter dividido territórios com os humanos - em 2008 foi encontrado um fóssil de humano moderno de 45.000 anos na mesma região, antes, portanto, que o Elasmotherium tivesse sido extinto.

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